Notícias de Última Hora

Adnan Abu Walid al-Sahrawi

Recompensa de até US$ 5 milhões

Adnan Abu Walid al-Sahrawi (Abu Walid) é o líder da organização Estado Islâmico no Grande Saara (também conhecida como ISIS-GS) classificada como Organização Terrorista Estrangeira (FTO). O ISIS-GS emergiu quando Abu Walid e seus seguidores se separaram do Al-Mourabitoun, grupo dissidente da Al-Qaeda.

A primeira vez que Abu Walid declarou a lealdade de seu grupo ao ISIS foi em maio de 2015 e, em outubro de 2016, o ISIS reconheceu esse comprometimento. Tendo Mali como a principal base na fronteira Mali-Níger, o ISIS-GS declarou responsabilidade por diversos ataques sob a liderança de Abu Walid, inclusive pelo ataque do dia 04 de outubro de 2017 a uma patrulha conjunta dos Estados Unidos e do Níger na região de Tongo Tongo, Níger, próximo à fronteira do Mali, que resultou nas mortes de quatro soldados dos Estados Unidos e quatro soldados do Níger.

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Emboscada no Níger em 2017

Tongo Tongo, Níger | 04 de outubro de 2017

No dia 04 de outubro de 2017, militantes ligados ao Estado Islâmico no Grande Saara (ISIS-GS) armaram uma emboscada para os membros de uma equipe das Forças Especiais dos EUA, que estavam no Níger para treinar, orientar e auxiliar as forças do Níger no combate ao terrorismo, e as forças associadas do Níger próximo ao vilarejo de Tongo Tongo, no Níger, perto da fronteira com o Mali. O ataque do ISIS-GS resultou nas mortes de quatro soldados dos EUA e quatro soldados do Níger. Mais dois americanos e oito cidadãos do Níger foram feridos no embate. No dia 12 de janeiro de 2018, o líder do ISIS-GS Adnan Abu Walid al-Sahrawi declarou responsabilidade pela emboscada.

O programa Recompensas pela Justiça está oferecendo uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levem à prisão ou condenação de qualquer indivíduo, em qualquer país, que tenha responsabilidade por esse ato de terror.

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Faruq al-Suri

Recompensa de até US$ 5 milhões

Faruq al-Suri é o líder da organização terrorista Hurras al-Din (HAD). Al-Suri é um membro veterano da Al-Qaeda (AQ), e tem permanecido ativo na organização terrorista por décadas. Ele foi treinador paramilitar sênior com o líder sênior da AQ Sayf al-Adl no Afeganistão, nos anos 90, e treinou combatentes para a AQ no Iraque de 2003 a 2005. Al-Suri esteve detido anteriormente no Líbano, de 2009 a 2013, e depois se tornou comandante militar da Frente Al-Nusra. Ele deixou a Frente Al-Nusra em 2016.

No dia 10 de setembro de 2019, o Departamento de Estado classificou al-Suri como um Terrorista Mundial Especialmente Designado (SDGT), em conformidade com o decreto 13224.

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Sami al-Uraydi

Recompensa de até US$ 5 milhões

Sami al-Uraydi é um oficial sênior da sharia do Hurras al-Din (HAD). Al-Uraydi esteve envolvido anteriormente em planos terroristas contra os Estados Unidos e Israel. Al-Uraydi é um membro do shura do HAD, a entidade sênior de tomada de decisões do grupo. Al-Uraydi foi um oficial sênior da sharia da Frente de al-Nusrah de 2014 a 2016 e deixou o grupo em 2016.

O Hurras al-Din é um grupo afiliado da Al-Qaeda que emergiu na Síria no início de 2018, depois de diversas facções terem se separado do Hay’at Tahrir al-Sham (HTS). A liderança do HAD, que inclui al-Uraydi, permanece leal à AQ e a seu líder, Ayman al-Zawahiri.

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Abu ‘Abd al-Karim al-Masri

Recompensa de até US$ 5 milhões

Abu ‘Abd al-Karim al-Masri é um membro veterano da Al-Qaeda (AQ) e líder sênior do Hurras al-Din (HAD). Em 2018, al-Masri era membro do shura do HAD, a entidade sênior de tomada de decisões do grupo e atuou como mediador entre esse e a Frente Al-Nusra.

O Hurras al-Din é um grupo afiliado da Al-Qaeda que emergiu na Síria no início de 2018, depois de diversas facções terem se separado do Hay’at Tahrir al-Sham (HTS). A liderança do HAD, que inclui al-Masri, permanece leal à AQ e a seu líder, Ayman al-Zawahiri.

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Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica

O programa Recompensas pela Justiça do Departamento de Estado dos Estados Unidos está oferecendo uma recompensa de até US$ 15 milhões por informações que levem à ruptura dos mecanismos financeiros do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) e de suas ramificações, incluindo a Força Quds do IRGC (IRGC-QF). o IRGC financiou diversos ataques e atividades terroristas a nível global. A IRGC-QF lidera as operações terroristas do Irã fora do país, através de seus representantes, tais como o Hezbollah e o Hamas.

O Departamento está oferecendo recompensas por informações sobre as fontes de renda do IRGC, IRGC-QF, suas ramificações ou seus principais mecanismos de viabilização financeira, incluindo:

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Mu‘taz Numan ‘Abd Nayif Najm al-Jaburi

Recompensa de até US$ 5 milhões

Mu‘taz Numan ‘Abd Nayif Najm al-Jaburi, também conhecido como Hajji Taysir, é um líder sênior do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e um membro legado da organização precursora do ISIS, a Al Qaeda no Iraque (AQI).

Al-Jaburi supervisionou a fabricação de bombas para atividades terroristas e insurgentes do ISIS.

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Sami Jasim Muhammad al-Jaburi

Recompensa de até US$ 5 milhões

Sami Jasim Muhammad al-Jaburi, também conhecido como Hajji Hamid, é um líder sênior do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e um membro legado da organização precursora do ISIS, a Al Qaeda no Iraque (AQI). Muhammad al-Jaburi foi peça chave na gestão de finanças para operações terroristas do ISIS.

Enquanto atuava como representante do ISIS no sudeste de Mossul em 2014, ele alegadamente desempenhou papel equivalente ao de ministro de finanças do ISIS, supervisionando as operações de geração de receita do grupo, oriundas da venda ilícita de petróleo, gás, antiguidades e minerais.

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Amir Muhammad Sa’id Abdal-Rahman al-Mawla

Recompensa de até US$ 5 milhões

Al-Mawla, também conhecido como Hajji ‘Abdallah, é um líder sênior do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS). Ele foi um acadêmico religioso na organização precursora do ISIS, a Al Qaeda no Iraque (AQI), e subiu continuamente na carreira, de modo a assumir o papel de líder sênior do ISIS.

Como um dos ideólogos mais antigos do ISIS, Hajji ‘Abdallah ajudou a conduzir e justificar o sequestro, massacre e tráfico da minoria religiosa Yazidi no noroeste do Iraque e é suspeito de supervisionar algumas das operações terroristas do grupo a nível mundial. Ele é um sucessor potencial do líder do ISIS Abu Bakr al-Baghdadi.

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Redes de sequestro do ISIS

O programa Recompensas pela Justiça do Departamento de Estado dos EUA está oferecendo uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações sobre as redes de sequestro do ISIS (Estado Islâmico do Iraque e do Levante) ou sobre os responsáveis pelo sequestro dos clérigos cristãos Maher Mahfouz, Michael Kayyal, Gregorios Ibrahim, Bolous Yazigi e Paolo Dall’Oglio. Essas recompensas estão sendo oferecidas em um momento importante de nossa luta contra o ISIS. O sequestro dos líderes religiosos demonstra as táticas impiedosas do ISIS e a determinação de atacar indivíduos inocentes.

No dia 9 de fevereiro de 2013, o padre da igreja grega ortodoxa Maher Mahfouz e o padre católico armênio Michael Kayyal estavam viajando em um ônibus público para um mosteiro em Kafrun, Síria. A aproximadamente 30 quilômetros de Aleppo, suspeitos de serem extremistas do ISIS pararam o veículo, verificaram os documentos dos passageiros e, em seguida, retiraram os dois padres do ônibus. Desde então, eles não foram mais localizados.

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Salman Raouf Salman

Recompensa de até US$ 7 milhões

Salman Raouf Salman conduz e apoia as atividades terroristas do Hezbollah no Hemisfério Ocidental. Como líder da Organização de Segurança Externa (ESO) do Hezbollah, Salman também se envolveu em conspirações no mundo todo. A ESO é o elemento do Hezbollah responsável pelo planejamento, coordenação e execução de ataques terroristas fora do Líbano. A princípio, os ataques eram direcionados a israelitas e americanos.

Dentre as conspirações em que Salman esteve envolvido está o atentado a bomba ao centro cultural da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA). No dia 18 de julho de 1994, o Hezbollah detonou um veículo carregado com dispositivos explosivos improvisados do lado de fora do centro cultural da AMIA em Buenos Aires, matando 85 pessoas. Acredita-se que Salman atuou como coordenador local do atentado.

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Rede financeira do Hezbollah libanês

O programa Recompensas para a Justiça está oferecendo uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações que levem à ruptura dos mecanismos financeiros do Hezbollah libanês. Grupos terroristas como o Hezbollah dependem de redes de financiamento e facilitação para sustentar as operações e executar ataques globais. O Hezbollah recebe quase um bilhão de dólares a cada ano através do apoio financeiro direto do Irã, de negócios e investimentos internacionais, de redes de doadores e de atividades de corrupção e lavagem de dinheiro. O grupo usa esses fundos para apoiar suas atividades malignas em todo o mundo, incluindo: Mobilização dos membros de sua milícia na Síria para dar apoio à ditadura de Assad; supostas operações de vigilância e coleta de informações em território americano; e recursos militares avançados a ponto de o Hezbollah declarar a posse de mísseis de precisão guiados. Essas operações terroristas são financiadas pela rede internacional de apoiadores e atividades financeiras do Hezbollah, facilitadores financeiros e uma infraestrutura que formam a espinha dorsal do Hezbollah.

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Ataques de Mumbai em 2008

Mumbai, Índia | 26 a 29 de novembro de 2008

Iniciando um ataque em 26 de novembro de 2008 e dando continuidade ao mesmo até 29 de novembro de 2008, dez terroristas treinados por uma organização terrorista estrangeira com base no Paquistão, a Lashkar-e-Tayyiba (LeT), executaram uma série de ataques coordenados contra vários alvos em Mumbai, Índia, inclusive contra o hotel Taj Mahal, o hotel Oberoi, o Café Leopold, a Nariman (Chabad) House e a estação de trem Chhatarapati Shivaji Terminus, matando cerca de 170 pessoas.

Seis americanos foram mortos durante o ataque que durou três dias: Ben Zion Chroman, Gavriel Holtzberg, Sandeep Jeswani, Alan Scherr, sua filha Naomi Scherr e Aryeh Leibish Teitelbaum.

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Salih al-Aruri

Recompensa de até US$ 5 milhões

Em outubro de 2017, Salih Al-Aruri, um dos fundadores das Brigadas Ezzedine al-Qassam, um braço militar do Hamas, foi eleito o líder delegado do Gabinete Político do Hamas. Al-Aruri financia e dirige as operações militares do Hamas na Cisjordânia e está ligado a vários ataques terroristas e sequestros. Em 2014, al-Aruri anunciou a responsabilidade do Hamas pelo ataque terrorista de 12 de junho de 2014, no qual três adolescentes israelitas foram sequestrados e mortos na Cisjordânia, incluindo Naftali Fraenkel, que tinha dupla cidadania, americana e israelita. Ele elogiou publicamente os assassinos envolvidos no ataque, ao qual chamou de “operação heroica”. Em setembro de 2015, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos considerou al-Aruri um Terrorista mundial especialmente designado (SDGT), conforme o Decreto 13224, ação que impôs sanções aos seus ativos financeiros.

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Khalil Yusif Harb

Recompensa de até US$ 5 milhões

Khalil Yusif Harb é um conselheiro bem próximo do Secretário Geral Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah libanês e tem atuado como principal articulador militar do grupo com organizações terroristas iranianas e palestinas. Harb comandou e supervisionou as operações militares da organização nos territórios palestinos e em vários países por todo o Oriente Médio. Desde 2012, Harb esteve envolvido na movimentação de grandes montantes de dinheiro para os aliados políticos do Hezbollah no Iêmen. Em agosto de 2013, O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos considerou Harb um Terrorista mundial especialmente designado (SDGT), em conformidade com o decreto 13224.

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Haytham ‘Ali Tabataba’i

Recompensa de até US$ 5 milhões

Haytham ‘Ali Tabataba’i é um importante líder militar do Hezbollah que comandou as forças especiais do Hezbollah na Síria e no Iêmen. Suas ações na Síria e no Iêmen são parte de um esforço mais amplo do Hezbollah para fornecer treinamento, material e pessoal em apoio às atividades regionais de desestabilização. Em outubro de 2016, o Departamento de Estado considerou Tabataba’i um Terrorista mundial especialmente designado (SDGT), em conformidade com o decreto 13224.

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Qasim al-Rimi

Recompensa de até US$ 10 milhões

Qasim al-Rimi foi nomeado emir da Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP) em junho de 2015, imediatamente após ter jurado fidelidade ao líder da Al-Qaeda Ayman al-Zawahiri e convocado a retomada de ataques contra os Estados Unidos. Al-Rimi treinou terroristas em um campo da Al-Qaeda no Afeganistão, nos anos 90 e, subsequentemente, retornou ao Iêmen e se tornou um comandante militar da AQAP. Ele foi condenado a cinco anos de prisão em 2005 no Iêmen por planejar o assassinato do embaixador dos Estados Unidos no Iêmen e escapou em 2006. Al-Rimi foi associado ao ataque de setembro de 2008 na Embaixada dos Estados Unidos em Sana’a, que matou 10 guardas do Iêmen, quatro civis e seis terroristas. Al-Rimi também está associado à tentativa de bombardeio suicida feita pelo “homem-bomba” Umar Farouq Abdulmutallab, ocorrida em dezembro de 2009, a bordo de um avião dos Estados Unidos. Em 2009, o governo do Iêmen o acusou de gerir um campo de treinamento da al-Qaeda na província de Abyan no Iêmen.

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Khalid Saeed al-Batarfi

Recompensa de até US$ 5 milhões

Khalid al-Batarfi é um membro sênior da AQAP no Governatorato Hadramaut do Iêmen e membro anterior do conselho shura da AQAP. Em 1999, ele viajou para ao Afeganistão, onde treinou no campo al-Farouq da al-Qaeda. Em 2001, ele lutou ao lado do Talibã contra as forças dos Estados Unidos e a Aliança do Norte. Em 2010, al-Batarfi se uniu à AQAP no Iêmen, liderou os combatentes da AQAP na tomada da província de Abyan do Iêmen e foi nomeado o emir de Abyan da AQAP. Após a morte do líder da AQAP Nasir al-Wuhayshi em um ataque militar dos Estados Unidos em 2016, ele divulgou um alerta de que a al-Qaeda destruiria a economia dos Estados Unidos e atacaria outros interesses dos Estados Unidos.

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Abdullah Ahmed Abdullah

Recompensa de até US$ 10 milhões

Abdullah é um líder sênior da al-Qa’ida e membro do conselho de liderança da al-Qa’ida, o “majlis al-shura.” Ele é um gestor financeiro, facilitador e planejador operacional experiente da al-Qa’ida.

Abdullah foi acusado e incriminado por um grande júri federal em novembro de 1998 por sua atuação nos bombardeios das embaixadas dos Estados Unidos em 7 de agosto de 1998, em Dar es Salaam, Tanzânia e Nairóbi, Quênia. Os ataques mataram 224 civis e feriram mais de 5.000 pessoas.

Na década de 90, Abdullah forneceu treinamento militar aos operadores da al-Qa’ida, como também a tribos da Somália que lutaram contra as forças dos Estados Unidos em Mogadishu durante a “Operation Restore Hope”. De 1996 a 1998, ele operou vários campos de treinamento da al-Qa’ida no Afeganistão.

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Sayf al-Adl

Recompensa de até US$ 10 milhões

Al-Adl é um líder sênior da al-Qa’ida e membro do conselho de liderança da al-Qa’ida, o “majlis al-shura.” Al-Adl também dirige o comitê militar da al-Qa’ida.

Al-Adl foi acusado e incriminado por um grande júri federal em novembro de 1998 por sua atuação nos bombardeios das embaixadas dos Estados Unidos em 7 de agosto de 1998, em Dar es Salaam, Tanzânia e Nairóbi, Quênia. Os ataques mataram 224 civis e feriram mais de 5.000 pessoas.

Ele era tenente coronel das Forças Especiais do Egito até sua prisão em 1987, juntamente com milhares de outros militantes que faziam oposição ao governo, após a tentativa de assassinato do ministro do interior do Egito

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Abdul Wali

Recompensa de até US$ 3 milhões

Abdul Wali é o líder da Jamaat ul-Ahrar (JuA), uma facção militante afiliada da Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP). Ele atua, alegadamente, das províncias de Nangarhar e Kunar no Afeganistão.

Sob a liderança de Wali, a JuA tem sido uma das redes mais operacionalmente ativas da TTP na província de Punjab e assumiu a autoria de vários bombardeios suicidas e de outros ataques no Paquistão.

Em março de 2016, a JuA conduziu um bombardeio suicida em um parque público em Lahore, no Paquistão, que matou 75 pessoas e feriu 340.

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Mangal Bagh

Recompensa de até US$ 3 milhões

Mangal Bagh é o líder da Lashkar-e-Islam, uma facção militante afiliada da Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP). O seu grupo recebe receitas de tráfico de drogas, contrabando, sequestros, ataques a comboios da OTAN e impostos sobre a circulação de mercadorias referente ao comércio entre o Paquistão e o Afeganistão.

Bagh lidera a Lashkar-e-Islam desde 2006 e têm trocado de alianças rotineiramente para proteger fluxos de receita ilícitos, ao mesmo tempo que impõe uma versão extremista do Islam Deobandi nas regiões leste do Afeganistão e oeste do Paquistão controladas por ele, principalmente na província de Nangarhar, Afeganistão.

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Ahlam Ahmad al-Tamimi

Recompensa de até US$ 5 milhões

A cidadã jordaniana, Ahlam Ahmad al-Tamimi, também conhecida como “Khalti” e “Halati,” é uma terrorista condenada, associada ao HAMAS.

Em 9 de agosto de 2001, al-Tamimi transportou uma bomba e um homem-bomba suicida do HAMAS a uma pizzaria Sbarro lotada em Jerusalém, onde o homem-bomba detonou os explosivos, matando 15 pessoas, inclusive sete crianças. Dois cidadãos americanos foram mortos no ataque – Judith Shoshana Greenbaum, uma professora grávida de 31 anos de New Jersey e Malka Chana Roth, uma adolescente de 15 anos. Outras 120 pessoas ou mais foram feridas, inclusive quatro americanos. O HAMAS assumiu a responsabilidade pelo ataque a bomba.

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Talal Hamiyah

Recompensa de até US$ 7 milhões

Talal Hamiyah é o líder da Organização de Segurança Externa (OSE) do Hizballah, que mantém células organizadas no mundo todo. A OSE é o órgão do Hizballah responsável pelo planejamento, coordenação e execução de ataques terroristas fora do Líbano. A princípio, os ataques eram direcionados a israelitas e americanos.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos considerou Talal Hamiyah um Terrorista mundial especialmente designado (SDGT) em 13 de setembro de 2012, em conformidade com o decreto 13224, por apoiar as atividades terroristas do Hizballah no Oriente Médio e em todo o mundo.

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Fuad Shukr

Recompensa de até US$ 5 milhões

Fuad Shukr é um consultor sênior de longa data do secretário geral do Hizballah, general Hasan Nasrallah para assuntos militares. Shukr é um agente sênior do Hizballah, cuja função é ser o comandante militar das forças do Hizballah no sul do Líbano. Ele serve no corpo militar superior do Hizballah’s, o Conselho da Jihad.

As atividades de Shukr em nome do Hizballah datam de mais de 30 anos. Ele foi um associado próximo do já falecido comandante do Hizballah Imad Mughniyah. Shukr teve papel central no planejamento e execução do atentado a bomba contra o quartel do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA em Beirute, Líbano, no dia 23 de outubro de 1983, que matou 241 pessoas do serviço americano.

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Muhammad al-Jawlani

Recompensa de até US$ 10 milhões

Muhammad al-Jawlani, também conhecido como Abu Muhammad al-Golani, também conhecido como Muhammad al-Julani, é o líder sênior da organização terrorista al-Nusrah Front (ANF), ramo da al-Qa’ida na Síria. Em abril de 2013, al-Jawlani jurou lealdade a al-Qa’ida e ao seu líder Ayman al-Zawahiri. Em julho de 2016, al-Jawlani elogiou a al-Qa’ida e al-Zawahiri em um vídeo on-line e declarou que a ANF estava alterando seu nome para Jabhat Fath Al Sham (“Conquista da Frente do Levante”). Sob a liderança de al-Jawlani, a ANF realizou diversos ataques terroristas em toda a Síria, alvejando civis com frequência. Em abril de 2015, a ANF sequestrou e, posteriormente, libertou aproximadamente 300 cidadãos curdos de um ponto de controle na Síria. Em junho de 2015, a ANF declarou responsabilidade pelo massacre de 20 residentes do vilarejo druzo Qalb Lawzeh na província de Idlib na Síria. (Texto na Íntegra »)

Assassinato de Joel Wesley Shrum

Taizz, Iêmen | 18 de março de 2012

Em 18 de março de 2012, Shrum, de 29 anos, foi baleado e morto em seu caminho para o trabalho em Taizz, no Iêmen, por um atirador que estava na carona de uma motocicleta que parou ao lado de seu veículo. Na ocasião de sua morte, Shrum trabalhava no Centro de treinamento e desenvolvimento internacional como administrador e professor de Inglês. Ele vivia no Iêmen com sua esposa e dois filhos pequenos. Alguns dias após o ataque, a organização terrorista al-Qaida da Península Árabe (AQAP) declarou responsabilidade pelo assassinato. O programa Recompensas para a Justiça do Departamento de Estado dos Estados Unidos está oferecendo uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levem à prisão e condenação dos indivíduos que cometeram, planejaram ou auxiliaram o assassinato do cidadão americano Joel Shrum. (Texto na Íntegra »)

Abu Bakr al-Baghdadi

Recompensa de até US$ 25 milhões

Abu Bakr al-Baghdadi, também conhecido como Abu Du’a e Ibrahim ‘Awwad Ibrahim ‘Ali al-Badri, é o líder sênior da organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL). A ameaça imposta por al-Baghdadi aumentou significativamente desde o anúncio da oferta inicial da recompensa de $10 milhões do Departamento de Estado por informações que levem à sua localização, prisão ou condenação em 2011. Em junho de 2014, o ISIL (também conhecido como Da’esh) assumiu o controle de partes da Síria e do Iraque, declarou a criação de um califado islâmico e nomeou al-Baghdadi o califa. Nos últimos anos, o ISIL ganhou o apoio de grupos jihadistas e radicalizou indivíduos em todo o mundo, inspirando ataques nos Estados Unidos. (Texto na Íntegra »)

Gulmurod Khalimov

Recompensa de até US$ 3 milhões

Antigo coronel de operações especiais do Tajiquistão, comandante de polícia e atirador militar, Gulmurod Khalimov é membro e recrutador do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL). Ele foi comandante de uma unidade paramilitar no Ministério do Interior do Tajiquistão. Khalimov apareceu em um vídeo de propaganda confirmando que luta pelo ISIL e fez um chamado público para atos violentos contra os americanos. (Texto na Íntegra »)

Abu-Muhammad al-Shimali

Recompensa de até US$ 5 milhões

Tirad al-Jarba, Chefe Superior de Fronteira do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), mais conhecido como Abu-Muhammad al-Shimali, está desde 2005 associado ao ISIL, que anteriormente era conhecido como al-Qaida no Iraque. Ele agora serve como oficial principal do Comitê de Logística, sendo o responsável pela intermediação de viagens de guerreiros terroristas. (Texto na Íntegra »)

Tráfego de Petróleo e de Antiguidades que beneficiam o Estado Islâmico do Iraque e o Levante.

O Programa de Recompensas por Justiça está oferecendo recompensas de até US$ 5 milhões por informações que levem a uma interrupção significativa da venda e/ou comércio de petróleo por, para, em favor de, ou para benefício do grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e o Levante (ISIL), também conhecido pela sua sigla DAESH. (Texto na Íntegra »)